Livraria do Bairro - PARA ALEM DO PORTAO - (Nuno Andrade)
Dados do Livro
Para Alem Do Portao
  • Titulo:

    PARA ALEM DO PORTAO

  • Autor:

  • Editora:

    Guerra E Paz

  • Coleção:

    Passado E O Presente, O

  • ISBN:

    978-989-8014-95-5

  • Tema:

    Historia

  • Sinopse:

    UM LIVRO COM REVELAÇÕES INÉDITAS SOBRE A REVOLUÇÃO DE ABRIL

    Os momentos mais marcantes e tensos da revolução de 25 de Abril de 1974 viveram-se no Largo do Carmo, tendo como epicentro o quartel que desde 1845 funciona como Comando da Guarda Nacional Republicana e das guardas suas antecessoras. Se, por um lado, se encontra bastante documentado o papel dos militares do Movimento das Forças Armadas e da população que ajudou à vitória da liberdade, por outro, é muito escassa a documentação relativa ao papel dos militares da GNR na Revolução e as informações sobre as últimas 14 horas do derradeiro chefe de governo do antigo regime no interior do Quartel do Carmo.

    É neste contexto que surge esta obra, onde o autor, ele próprio oficial da GNR, efectuou uma investigação histórica acerca dos acontecimentos ocorridos no Carmo, começando pelos antecedentes da Revolução e prolongando-se até à consolidação da democracia em Portugal. Para tal, privilegiou o testemunho dos principais intervenientes nos acontecimentos, sobretudo dos militares da Guarda Nacional Republicana e dos seus familiares que à época residiam no interior do Quartel do Carmo, bem como dos familiares de alguns militares e civis entretanto falecidos. Paralelamente, procurou consumar uma síntese da documentação mais directamente relacionada com os acontecimentos no Largo do Carmo e com a participação da GNR.

    Com a publicação desta obra fica mais completo o quadro histórico da Revolução de Abril e é feita luz sobre momentos cruciais e dramáticos do próprio dia 25 de Abril, os quais se revelaram decisivos para a ulterior trajectória da revolução.

    «No caso do 25 de Abril de 1974, os detalhes, o acaso ou a sorte acabaram por bafejar os intervenientes, protegendo as manobras e impedindo o derramamento de sangue no interior do Quartel do Carmo e no Largo do Carmo.»
    Nuno Andrade

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